quinta-feira, 7 de junho de 2012

Braga - Portugal

BOM JESUS

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O Interior do Santuário

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A beleza do Santuário

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Santuário do Bom Jesus

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Uma das Fontes existentes no Santuário

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O zig zag da escadaria

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A escadaria do Bom Jesus

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AS IMAGENS EXISTENTES NAS VÁRIAS CAPELAS

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Uma das Capelas das muitas ao longo do Escadorio.

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Para subir ao Bom Jesus temos três alternativas; Subir a pé, Elevador, ou Autocarro.

【HD】 Bom Jesus de Braga

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Santuário do Bom Jesus do Monte / O Santuário do Bom Jesus do Monte, também referido como Santuário do Bom Jesus de Braga, localiza-se na freguesia de Tenões, na cidade, concelho e distrito de Braga, em Portugal. Este santuário católico constitui-se num conjunto arquitetónico-paisagístico integrado por uma igreja, um escadório onde se desenvolve a Via Sacra do Bom Jesus, uma área de mata (Parque do Bom Jesus), alguns hotéis e um funicular (Elevador do Bom Jesus). A sua peculiar disposição serviu de inspiração para outras construções, como por exemplo o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego, e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos na cidade de Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Santuário do Bom Jesus do Monte, Braga.

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HISTÓRIA DO BOM JESUS / A primeira referência conhecida ao Santuário do Bom Jesus do Monte em Braga data de 1373. Ao longo dos anos foram sendo construídas sucessivas igrejas, e feitos melhoramentos em toda a estância. CRONOLOGIA / 1373 - mencionada, pela primeira vez, a existência de uma ermida no local, dedicada a Santa Cruz; [editar]Século XV 1494 - construção de uma segunda ermida, por ordem do arcebispo D. Jorge da Costa; [editar]Século XVI 1522 - o deão da Sé, D. João da Guarda, mandou executar uma terceira ermida, tornando-se então um local de muita devoção; 1629 - reedificação da capela, consagrada ao Bom Jesus, sendo colocada uma imagem de Cristo Crucificado; constituição da primeira confraria, que zelou pela conservação e aumento do recinto, com a construção de casas para abrigo dos romeiros e das primeiras capelas dos Passos da Paixão, em forma de pequenos nichos, dedicados à Descida da Cruz, Deposição no túmulo, Ressurreição e Ascensão; nomeação do primeiro ermitão, Pedro do Rosário; 1722 - o arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles autonomeou-se juiz da Confraria e decidiu empreender a reconstrução do pequeno santuário, encarregando provavelmente Manuel Pinto de Vilalobos de fazer o plano geral, com o alargamento e regularização das rampas, construção de oito novas capelas, de que apenas restam as duas primeiras, e o escadório dos 5 Sentidos, sendo algumas das esculturas da autoria de António Campos Peixoto e os plintos do pedreiro Ambrósio dos Santos; o bispo deixou em testamento a quantia de cinco mil cruzados para a conclusão das obras; 1723 - construção do pórtico iniciador do percurso, junto ao qual foi feita uma fonte, no ano imediato, actualmente desaparecida; 1725 - estava concluído o novo templo; 1729 - arranjo das capelas da Via Sacra; execução de novo grupo escultórico para a Capela da Descida da Cruz, por António Monteiro, pela quantia de 52$800; a primeira fonte do Escadório dos Sentidos denominava-se Fonte dos Sete Castelos; feitura de um relicário em prata; 1732, 23 Setembro - reforma da Capela da Última Ceia, com colocação de betume; 1735, 29 Dezembro - resolução de reformar o grupo escultórico da Capela da Coroação, para rodear a nova imagem de Cristo, doado pelo cónego Manuel Correia da Silva; 1737 - execução do grupo escultórico para a Capela do Enterro; 1736 - 1740 - feitura do grupo escultórico da Capela da Descida da Cruz, por António Monteiro, importando em 52$800; colocação de betume no zimbório da mesma capela, por Jerónimo Gonçalves, por 5$340; obras de pedraria na Capela da Assunção; 1740 - no inventário efectuado nesta época, é referida a existência de 12 capelas, aparecendo quatro novas, acima da igreja; 1741 - 1742 - execução da Capela da Ressurreição, fazendo-se as figuras para a capela, pintadas por João Coelho, que também pintou o túmulo e as portas; 1744, 21 Abril - decisão de desmontar a Fonte dos Sete Castelos e construir a das Cinco Chagas, da autoria de Diogo Soares, por 19$200; 1745 - 1750 - sucessivos pagamentos a António de Campos Peixoto, pela execução de esculturas em pedra, num total de 122$000; 1749 - decisão de demolir a Capela do Enterro, para construir o Passo noutro local; 1749 - 1751 - execução dos plintos das figuras do escadório dos Sentidos por Ambrósio dos Santos, importando em 82$960; século XVIII, 2.ª metade - construção do Escadório das Virtudes, por ordem do arcebispo D. Gaspar de Bragança; pintura das telas que ornavam as capelas da nave, actualmente no Museu, por Pedro Alexandrino de Carvalho; 1750 - 1752 - execução de uma capela por Dionísio Félix de Gouveia, por 56$800; 1750 - 1760 - construção do Terreiro dos Evangelistas; 1751 - 1752 - execução de paredões no jardim, pelo pedreiro João Loureiro, por 1$600; obras no jardim por Domingos Dias Galego, importando em $960; assentamento do tanque e feitura dos canos por Ambrósio dos Santos, que recebeu 6$600; pagamento a Manuel Vivas pelo acrescento de um chafariz e obras na capela, por 6$175; 1752 - 1753 - feitura de arruamento acima da Capela da Ressurreição e colocação de pedra no pátio, por 12$120; feitura das ilhargas das Capelas do Calvário e do Senhor da Cana Verde pelo pedreiro João Domingues, por 3$440; obras na nova capela e assentamento da fonte do Cupido por 76$235; 1755 - 1756 - execução de uma figura para o tanque, por Domingos Ferreira, importando em 7$600; 1756 - 1757 - feitura dos pináculos da nova capela por Manuel Vivas, por 28$590, sendo as figuras delineadas pelo Padre Silvestre Campos; 1757 - 1758 - António Monteiro executa as figuras por 5$600; 1758 - 1759 - o Padre Silvestre Campos faz o modelo para a imagem do Cristo Ressuscitado, por $960; 1759 - 1760 - pagamento da imagem de um fariseu para a Capela do Calvário, feita por Domingos António, por 4$000; o pedreiro Manuel Vivas desmantelou a Capela da Assunção, levando a pedra para o terreiro da nova, sendo as imagens compostas por Domingos António e Manuel José Gonçalves; 1760 - 1761 - Padre Silvestre Faria de Campos faz modelos para as duas Marias, por $720; António Ferreira e Cristóvão José Farto construíram a nova capela, sendo as figuras compostas por Domingos António e Manuel José Gonçalves e o Cristo da autoria de António Pinto, por 12$800; as imagens foram pintadas por António José da Rocha e Manuel Pinto e assentes pelo pedreiro Caetano Lourenço; 1762 - 1765 - risco das três Capelas do Terreiro dos Evangelistas, provavelmente da autoria de André Soares; as capelas foram executadas pelos pedreiros António Ferreira, Cristóvão José Farto, Caetano Lourenço, Francisco Soares e Manuel Vivas; feitura de quatro fontes e chafariz central, sendo o conjunto pago pelo confrade Manuel Rebelo da Costa, executadas por Ambrósio dos Santos, José de Sousa, Custódio Luís Soares e Manuel Vivas; as imagens para as capelas, segundo risco do Padre Silvestre de Campos, foram executadas por António Monteiro e pintadas por Matias de Lis de Miranda, José Inácio, João Teixeira e filho, José Galego e José Alves; feitura de uma fonte na Rua que sai da Capela da Descida da Cruz, por José de Sousa; 1762 - 1768 - pintura do grupo escultórico para as Capelas da Deposição e Ressurreição, por Matias de Lis de Miranda, segundo modelos do Padre Silvestre de Campos; 1764, 27 Julho - decisão de demolir a Capela do Enterro e aproveitar a pedra para a construção da casa do capelão e dos romeiros; 1765 - execução de novo retábulo-mor, onde trabalhou o entalhador João Bernardo da Silva, pago pelo Padre António Ferreira; 1765 - 1766 - feitura da fonte junto à Capela da Descida da Cruz, por Domingos Fernandes; 1770, 21 Maio - acrescento da igreja e da sacristia por Francisco Tomás da Mota; 18 Julho - substituição do Calvário da sacristia; execução do sacrário pelo entalhador Vicente José Correia; 1770 - 1771 - feitura do retábulo do Santíssimo Sacramento; 1771 - termina a construção da Capela da Ressurreição; 1773 - oferta da imagem italiana do Crucificado, por D. Gaspar; 3 breves com indulgências para quem visitar o templo; 1774, 22 de Abril - edital da Real Mesa Censória impõe a substituição das divindades pagãs que se encontravam nas fontes do Escadório dos Cinco Sentidos (Argos, Orfeu, Jacinto, Ganimedes e Midas) por figuras vigilantes; 1779 - Filipe Dias encarnou e pintou os bustos para a Capela dos Relicários; Março - feitura de um órgão pelo irmão Filipe Dias; 1780, 5 Julho - Carlos Luís Ferreira da Cruz Amarante e o pedreiro Paulo Vidal visitaram o local, para avaliar a implantação da futura igreja; 1781 - acréscimo do retábulo-mor por João Bernardo da Silva, sendo a pintura de Francisco José, por 51$020; 22 Junho - apresentação do risco da igreja e escadório das Virtudes, sob encomenda directa do arcebispo D. Gaspar de Bragança, preterindo-se um segundo risco, da autoria de João Bernardo da Silva; 27 Junho - começaram os desaterros; 1784, 1 de Junho - lançada a primeira pedra da igreja, ficando as obras a cargo do pedreiro António José Lopes; 1788 - a igreja ameaçava ruína da abóbada, tendo esta sido substituída por vigamento de madeira; construção de um pátio entre as Capelas da Última Ceia e de Cristo no Horto; reforma dos conjuntos escultóricos das Capelas da Prisão de Cristo, Cristo no Horto, Crucificação, Descida da cruz, Ressurreição e Ascensão, segundo projecto do teólogo franciscano Padre Manuel de Santa Ana; abertura de um óculo na frontaria da Capela da Ressurreição e execução de algumas imagens por António Monteiro; 14 Julho - no cumprimento das ordens da Real Mesa Censória, as esculturas do Escadório dos Cinco Sentidos foram rebaptizadas e executadas novas inscrições; 1789 - a actual Capela das Trevas era dedicada à Coroação; [editar]Século XIX século XIX - construção das capelas do Ecce Homo e Caminho do Calvário, bem como o respectivo pátio; 1802 - início da feitura do retábulo-mor, delineado por Carlos Amarante e executado pelo entalhador João Martins Coelho; 1802 - 1803 - escultura do retábulo-mor por José Luís Correia, pintado por Manuel António, e feitura do retábulo por Manuel José Correia; execução das grades da capela-mor por Jerónimo Francisco; 1803, 20 Agosto - resolve-se abrir um arco para se fazer a Capela do Santíssimo; 1803 - 1805 - execução dos retábulos laterais e colaterais pelos entalhadores José Francisco Moreira Torres e José António; Manuel Joaquim Álvares e Sousa faz o modelo e executa as esculturas para o Calvário; execução do retábulo do Santíssimo, atribuível ao entalhador Manuel Moreira da Silva; 1804, 23 Julho - decisão de demolir a igreja setecentista; 1804 - 1805 - estuque do zimbório por João Álvares Bezerra; 1805 - feitura do retábulo do Santíssimo por João Pinto, por 370$000; 1806, Junho - 1808, Junho - execução das estátuas dos Evangelistas para a fachada, delineadas por Manuel Joaquim Álvares e efectuadas por José Domingues; 1806 - feitura das esculturas em cantaria para a fachada da igreja por Manuel Joaquim Álvares e Sousa; Dezembro - execução dos retábulos colaterais por José Francisco e José António Moreira Torres; 1807, 25 Maio - 1808, 21 Outubro - execução do baldaquino por José Francisco Moreira Torres; execução das esculturas do Calvário, delineadas por Manuel Joaquim Álvares de Sousa e concretizadas pelo escultor João Monteiro da Rocha; 1808, 8 Março - entram na Casa da Moeda 4 castiçais, 3 cruzes, 1 vaso, 1 turíbulo, 1 naveta, um par de galhetas, 3 resplendores e 1 relicário; 8 Julho - venda das imagens da igreja velha; Outubro - feitura das pilastras do retábulo-mor por José António Moreira Torres, sendo dourado por António Tomás Pinheiro; 1808 - feitura dos retábulos laterais por José Francisco Moreira Torres, sendo a escultura de João António Sousa Azevedo; 1809, Setembro - pintura do baldaquino e das figuras do Calvário por António José da Rocha; 1811 / 1812 - são rasgadas as 4 tribunas da capela-mor e acrescentado o presbitério; 1812, Março - obras de carpintaria nos sinos, por Jerónimo Francisco, Matias e José António; Julho - douramento do retábulo do Santíssimo por António José da Rocha; 1813 - feitura de bancos para a capela-mor por João Coelho, António Pereira, João Ferreira e João António de Sousa Azevedo; 1814, 30 Junho - feitura de cruzes para o Santuário por António da Silva Vieira Braga; 1815 - execução da imagem do Bom Jesus para a sacristia por Luís António Almeida, por 19$200; 1819 - feitura da Fonte do Pelicano por Jerónimo António da Silva, o qual oferece gratuitamente o desenho para a cascata; execução das grades da nave por José Bernardo Fernandes e do retábulo das Relíquias por João Álvares Bezerra, segundo risco de António Crescêncio Amarante, a que se sucede o de João Martins Coelho, sendo as sanefas efectuadas por José Evangelista Correia; D. Diogo de Sousa doou um Cristo de margim e cruz em ébano com o título do Senhor Jesus dos Viajantes, para o qual foi feita uma maquineta, pintada por Bento José Teixeira; 1820, Fevereiro - 30 castiçais torneados por Sebastião José da Costa, por 30$400; 1821 - estátua de São Longuinhos oferecida pelo Dr. Luís de Castro do Couto, de Pico de Regaladas, da autoria de Pedro José Luís; encarnação e pintura dos bustos relicários por Idalécio Lupe da Rocha; 1822, 17 Agosto - por alvará de D. João VI, o Santuário é colocado sob protecção régia, passando a gozar das mesmas prerrogativas das Misericórdias; 1823, Fevereiro - resplendor para a imagem do Bom Jesus, pelo ourives Francisco Joaquim da Fonseca, por 6$830; 1824 - início da construção das Capelas da Elevação e Descida da Cruz, esta construída com o lucro da venda das estampas; execução do escudo para o frontão da fachada principal da igreja; 1825 - pintura do retábulo das Relíquias por António José da Rocha; 1834 - sagração do templo pelo arcebispo D. António José de Freitas; 1835, 11 Março - decide-se gravar legendas nos plintos das imagens do adro; 1838 - execução das esculturas do escadório das Virtudes, por António José Pereira, excepto a alegoria à Esperança; 1840 - execução da escultura da Esperança por João Albertino Azevedo; 1841, 14 Julho - decisão de construir as Capelas de São Pedro e de Maria Madalena; 1842 - João Albertino Azevedo fez os Quatro Doutores da Igreja do transepto; século XIX, 2.ª metade - construção da estrada de acesso ao santuário, segundo projecto do engenheiro Manuel Couto Guimarães; 1855, 15 Agosto - montagem do órgão pelo Reverendo José da Costa Neves, sendo proveniente do Mosteiro do Bouro, colocado por Manuel Francisco Ferreira e pintado por José Joaquim Lopes; 1857, Agosto - doação de relíquias por D. José Joaquim de Azevedo Moura; 10 Agosto - sagração da igreja; 1861 - reconstrução da Capela da Flagelação, com dinheiro doado por João Joaquim de Carvalho Braga, residente no Brasil; 1862 - troca das capelas de São Clemente e São Pedro; 1881 - vinda de 500 coníferas da Mata do Buçaco; Elevador do Bom Jesus no século XIX / 1882, 25 de Março - construção do ascensor funicular; 1883 - plantação de arvoredo; Março - pintura e douramento da Capela do Santíssimo, por Augusto Ferreira, José da Cunha, Vicente José da Silva, com ouro fornecido por Joaquim António Pereira; obra de torno de José de Almeida Braga; 9 Junho - baldaquino e cúpula do sacrário por Elias Gomes dos Santos; 1885 - reforma dos acessos para atenuar a subida, o que implicou a demolição de 7 capelas setecentistas (Prisão de Cristo, das Trevas, Flagelação, Ecce Homo, Caminho do Calvário e Crucificação, dando origem às novas capelas octogonais, conforme projecto do tenente Augusto Pereira; projecto de um novo pórtico de acesso, que não chegou a ser executado; 1887, 30 Março - execução de novas banquetas; 5 Abril - cadeira episcopal por Elias Gomes dos Santos, por 230$000; 1902, 5 Abril - construção da gruta, com ajuda de Martins Branco; 2 Outubro - autorização para serem construídos 2 coretos; 1890 - execução das sanefas em madeira de castanho por Elias Gomes dos Santos, douradas por Cunha e Ferreira; Século XX / 1902, Setembro - feitura da grade de balaústres para a capela-mor por Manuel Gomes de Oliveira, sendo as serpentinas prateadas da autoria de Manuel José Vieira de Macedo, num total de 120$000; 1903 - compra de plantas para a gruta; 1912, 17 Março - decide-se a ampliação da Mata até ao Sameiro e aforamento de talhões para construção de casas particulares; 1916, 23 Outubro - autorização para a criação de um Museu na Casa da Mesa; 1918 - é criada a biblioteca do santuário, por Gaspar Leite de Azevedo, oficial aposentado do Governo Civil de Viana do Castelo, a qual fica instalada em anexo da casa das estampas, onde se encontra o Museu da Confraria; 1919 - execução do resplendor e coroa de prata para o Menino da sacristia por Manuel José Vieira de Macedo, por 7$20; 1920 - colocação da gruta junto à igreja, proveniente do Paço Episcopal; 1922, Março - feitura de duas telas ovais para a capela-mor, por António Alves, por 150$00; 1926 - após obras de reconstrução dirigidas pelo arquitecto Raul Lino, a biblioteca passa a ocupar o espaço da casa das estampas; 1928 - tela para a Capela do Santíssimo por António Alves, que também pintou o fundo do Calvário do retábulo-mor, por 6.025$00; execução de um baldaquino por Soares Barbosa e Irmãos; 1933 - feitura da lápide comemorativa dos 100 anos do falecimento de Pedro José da Silva, por Narciso Teixeira da Silva, por 365$00; 1948, 23 Dezembro - pagamento a António Ferreira Lopes pela feitura de um banco em cantaria da Corvia para homenagem a Carlos Amarante; 1949, 9 Abril - compra de um quadro a Zeferino Couto, por 500$00. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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História / Acredita-se que a primitiva ocupação deste sítio remonte ao início do século XIV, quando alguém terá erguido uma cruz no alto do monte Espinho. No ano de 1373 já é mencionada uma ermida no local, sob a invocação da Santa Cruz. Esta ermida terá estado anexa à paróquia de Tenões. Local de devoção e peregrinação das gentes da região de Braga, em 1494 foi erguida uma segunda ermida, por iniciativa do então Arcebispo de Braga, D. Jorge da Costa, conforme atestam as armas desse prelado, encontradas durante as obras empreendidas em 1839. Uma terceira ermida foi erguida em 1522 por iniciativa do deão da Sé de Braga, D. João da Guarda, período em que se registou um aumento da devoção no local. Em 1629 um grupo de devotos constituiu a Confraria do Bom Jesus do Monte, sendo edificada uma capela onde foi colocada uma imagem de Cristo Crucificado, além de casas para abrigo dos romeiros, e as primeiras capelas dos Passos da Paixão, sob a forma de pequenos nichos, dedicados aos episódios da Deposição da Cruz, da deposição no túmulo, da Ressurreição e da Ascensão. Foi nomeado o primeiro ermitão, Pedro do Rosário. A partir de 1722, o então Arcebispo de Braga, D. Rodrigo de Moura Teles, concebeu e iniciou um grande projeto que desembocaria no atual Santuário. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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A Igreja do Bom Jesus / Este templo foi projetado pelo arquiteto Carlos Amarante, por encomenda do então Arcebispo de Braga, D. Gaspar de Bragança, para substituir a anterior, erguida por D. Rodrigo de Moura Teles. As suas obras iniciaram-se a 1 de junho de 1784, tendo ficado concluídas em 1811. O adro, também projetado por Amarante, apresenta oito estátuas que representam personagens que intervieram na condenação, paixão e morte de Cristo. A igreja apresenta planta na forma de uma cruz latina, constituindo-se em um dos primeiros edifícios em estilo neoclássico no país. A sua fachada é ladeada por duas torres, encimada por um frontão triangular. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Igreja do Bom Jesus c. 1849-1873.

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Escadório do Pórtico É acedido pelo Pórtico do Bom Jesus, um arco no início da escadaria, onde se encontra o brasão com as armas do responsável pela sua construção, em 1723, o então Arcebispo de Braga, D. Rodrigo de Moura Teles. Neste lanço inicial encontram-se as primeiras capelas da Via Sacra do Bom Jesus, erguidas no mesmo período. [editar]Escadório dos Cinco Sentidos / ESCADÓRIO / Neste trecho do escadório desenvolvem-se cinco lances de escadas, intervalados por patamares com fontes alegóricas aos cinco sentidos, pela seguinte ordem: "Visão", "Audição", "Olfato", "Paladar" e "Tato". Estas fontes são precedidas por outra, a "Fonte das Cinco Chagas", onde se lê a seguinte inscrição: "Fontes de púrpura abriu então o ódio amargo; agora o amor transforma-os aqui em cristais para ti." Fonte da Visão / Caracteriza-se por uma figura que lança água pelos olhos, e possui a inscrição: "Varão prudente, toma-as por um sonho e assim vigiarás." Do lado direito, uma estátua de Moisés traz a inscrição "Aqueles que feridos olhavam saravam", e outra de Jeremias, com a inscrição "Eu vejo uma cara vigilante". Fonte da Audição / Caracteriza-se por uma figura que lança água pelos ouvidos, com uma estátua de Idito a tocar cítara e a inscrição "Que cantava ao som da cítara, presidindo os que cantavam e louvavam o Senhor". Do lado esquerdo encontra-se David, com a inscrição "Ao meu ouvido darás gozo e alegria", defronte a uma mulher com a inscrição "Tua voz soe aos meus ouvidos". / Fonte do Olfato / caracteriza-se por uma figura que lança água pelo nariz, com uma estátua de um varão encabeçada pela inscrição "Dai flores como o lírio e rescendei suave cheiro". Do lado esquerdo encontra-se a figura de Noé, e do direito Sulamita com a inscrição: "A tua estatura é semelhante a uma palmeira... e o cheiro da tua boca é como o das maçãs". / Fonte do Paladar / Caracteriza-se por uma figura que lança água pela boca, com uma estátua de José do Egito com um cálice e um prato nas mãos, e a inscrição "A tua terra seja cheia das bênçãos do Senhor, dos frutos do céu e do orvalho". Do lado esquerdo, a figura de Jónatas com a inscrição "Provei um pouco de mel na ponta duma vara e eis porque morro" e, do direito, Esdras com a inscrição "Prove o pão, e não nos abandones, como o pastor no meio dos lobos". / Fonte do Tato / Caracteriza-se por uma figura que segura uma bilha com as duas mãos, de onde lança água, com a estátua de Salomão e a inscrição "As minhas entranhas estremeceram ao seu toque". Esta estátua está ladeada por Isaías,com a inscrição "Tocou a minha boca", e a de Isaac, invisual, com as mãos estendidas à procura do filho e a inscrição "Chega-te a mim, meu filho, para que te toque". Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Santuário do Bom Jesus: aspecto do escadório do Pórtico. Fontes alegóricas aos Cinco Sentidos.

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ESCADÓRIO DAS TRÊS VIRTUDES / Nos mesmos moldes do Escadório dos Cinco Sentidos, este trecho data de 1837. Possui três fontes dedicadas às Virtudes teologais: a Fé, a Esperança e a Caridade. Fonte da Fé / Apresenta a inscrição "Correrão dele águas vivas", e as suas alegorias referem-se à Docilidade e à Confissão. Fonte da Esperança / Caracteriza-se por uma figura da arca de Noé por baixo da qual cai a água. Apresenta a inscrição "Arca na qual... se salvaram almas", e as alegorias referem-se à Confiança e à Glória. Fonte da Caridade / Caracteriza-se por uma estátua de mulher com duas crianças nos braços, com a inscrição "São três estas virtudes... a maior delas, porém, é a caridade". A água jorra do coração de uma das crianças, e as alegorias referem-se à Benignidade e à Paz. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O escadório, num total de 581 degraus, culmina no Terreiro de Moisés, onde se localiza a Fonte do Pelicano e a Estátua de São Longuinho, a que se segue o adro e a Igreja do Bom Jesus. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Fontes alegóricas às Três Virtudes.

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ELEVADOR / Constitui-se num funicular que liga a parte alta da cidade de Braga ao Santuário. É gerido pela Confraria do Bom Jesus do Monte. Foi construído por iniciativa do empresário bracarense Manuel Joaquim Gomes, com projeto do engenheiro suíço Niklaus Riggenbach. As especificações foram recebidas pelo correio e a instalação do equipamento foi feita sob a orientação do engenheiro Raul Mesnier. O funicular foi inaugurado a 25 de março de 1882, sendo o primeiro a ser instalado na península Ibérica, um dos sete do género no mundo, e sem registo de qualquer acidente. É atualmente o mais antigo no mundo a utilizar o sistema de contrapeso de água. Os seus carros sobem e descem de meia em meia hora e levam entre 2,5 e quatro minutos a fazer todo o percurso, conforme o número de passageiros a bordo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. ELEVADOR DO BOM JESUS

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Parque do Bom Jesus / O parque constitui-se numa área arborizada, com diversos jardins e lagos artificiais (o maior dos quais com barcos para alugar), um campo de ténis, jardim infantil, estabelecimentos de restauração, praças como o Terreiro dos Evangelistas e outras infra-estruturas. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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